Estou com sorte 😉

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#mymarkmycity

O Instituto Procomum (IP) realizou no dia 18 de setembro o primeiro evento do Lab de Mudanças Climáticas, em parceria com Museu das Nações Unidas – UN Live, por meio de sua campanha global #mymarkmycity e o projeto Active Citizens, do Conselho Britânico. A atividade foi realizada no LAB Procomum, laboratório cidadão que o IP gerencia na região central e portuária da cidade de Santos, que está localizada no litoral do estado de São Paulo. O encontro reuniu 30 pessoas que foram selecionadas por meio de uma chamada pública relâmpago. Com apenas cinco dias de mobilização, recebemos mais de 60 inscrições de toda a Baixada Santista (região formada por nove cidades e cerca de 2 milhões de habitantes), de diferentes idades, perfis e conhecimentos.

Vale destacar que esse tem sido um diferencial do trabalho do LAB Procomum: conseguir reunir em suas atividades pessoas diferentes (classe, raça, gênero, profissão, etária) em torno de objetivos comuns. Ao fim do dia, foram escolhidos três protótipos que no curso do projeto se desdobraram em quatro e foram desenvolvidos por grupos interdisciplinares resultando em ações de alto impacto nas cidades de Peruíbe, São Vicente e Santos. Os dois projetos realizados em Santos são relacionados à educação ambiental com jovens e produção de conteúdo: Rede Jovem Mudanças Climáticas Baixada Santista, que vem desenvolvendo oficinas que envolvem arte, tecnologia e educação ambiental e o Observatório Jovem de Mudanças Climáticas focado na construção de um repositório de Recursos Educacionais Abertos (REAs) com conteúdos ligados às mudanças climáticas, produzidos pelos próprios alunos de escolas particulares e públicas da Baixada Santista.

Já o projeto Minha Mata Atlântica está sendo desenvolvido na aldeia Tekoa Kuaray, localizada na terra indígena Piaçaguera, em Peruíbe e consiste na construção de uma agrofloresta na terra, aliada à construção de rede e educação ambiental. Será feita a correção de solo para o plantio das espécies mais utilizadas pela comunidade local, que vão desde vegetais comestíveis, medicinais e temperos até mudas de espécies nativas.

No caso das mudas nativas elas serão futuramente utilizadas para programas de reflorestamento. Estão sendo realizadas mutirões de plantação, oficinas sobre criação de abelhas sem ferrão. O quarto projeto, Lab Quebrada, acontece na Vila Margarida, em São Vicente e, nesta primeira etapa, está desenvolvendo uma horta com composteira em um terreno abandonado feito por e pela comunidade, movimentando uma rede local e regional de ativistas pelo clima, empreendedores, idosos, crianças e jovens.

O protótipo prevê ainda a construção de instalação de um aquecedor solar de baixo custo e na instalação do sistema SOS Chuvas, que permite monitorar com hardware livre o volume pluviométrico e alertar os moradores.

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