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#BaixadapelaVida: Campanha arrecada mais de R$ 329 mil reais

Veja os números completos da campanha Baixada pela Vida

A campanha Baixada pela Vida. movimento organizado pelo Arte no Dique, Instituto Elos, Instituto Procomum, Fórum da Cidadania de Santos e uma série de outros apoiadores conseguiu arrecadar R$ 329.593,93 mil reais, e apresenta o seu relatório financeiro e de entregas.

O valor foi distribuído em 1641 cestas básicas, 1491 kits de higiene, 479 bolsas auxílio, 11 bolsas para microempreendedores, 671 cartões alimentação, equipamentos, logística, taxas bancárias, custos administrativos, impressão de folders informativos e insumos para produção de máscaras.

Instituto Procomum

Como na fase emergencial da campanha, o recurso arrecadado era dividido entre as organizações que, via lideranças comunitárias, atendiam as comunidades com as quais já tinham vínculos.

O Instituto Procomum recebeu R$ R$ 62.496 mil reais que foram utilizados para a compra e distribuição de kits para 252 famílias vulneráveis da Baixada Santista, divididos em duas quotas distribuídas no mês de maio e junho.

Os kits continham cestas básicas (31 itens, 23 kg), kit proteção à saúde (sabonetes, 200 ml de álcool gel, 2 máscaras de tecido e pasta de dente), kit higiene (água sanitária, detergente e sabão em pó), vale alimentação e um folder informativo. E 212 famílias foram beneficiadas com esses produtos.

Outras 11 famílias receberam o vale alimentação de R$ 400 reais referentes a bolsas para microempreendedores da rede da organização.

E cerca de 140 famílias, incluindo moradores de cortiços e imigrantes haitianos, atendidas pela Associação dos Moradores dos Cortiços do Centro de Santos receberam o cartão alimentação, impactando 560 famílias.

Do valor total, R$ 11.809 mil reais foram utilizados para a compra de uma máquina laser para a produção de FaceShields (equipamento de proteção individual) que foram produzidos e distribuídos gratuitamente para profissionais de saúde da Baixada Santista. A máquina está disponível para uso coletivo e solidário para as outras organizações e para atendimento de futuras demandas e projetos.

E atualmente, está sendo utilizando pelo movimento FaceShields Baixada Santista, do Santos Hacker Clube, que já imprimiu mais de 1700 máscaras de produção de maneira coletiva e colaborativa.

As pessoas beneficiadas são moradores dos bairros: Vila Nova (Santos), Paquetá (Santos), Macuco (Santos) Embaré (Santos), Vila São Jorge (Santos), Caneleira ( Santos) Rádio Clube (Santos), Jardim Castelo (Santos) , Encruzilhada (Santos), Vila Mathias (Santos) , São Bento ( Santos), Penha (Santos), Jardim Santa Maria ( Santos), Santa Cruz do Navegantes (Guarujá), Perequê ( Guarujá), Aldeia Paranapuã (São Vicente), Vila Margarida ( São Vicente), Tancredo Neves ( São Vicente), Humaitá ( São Vicente), Gleba II ( São Vicente),Itararé (São Vicente), Parque Bitaru ( São Vicente), Centro ( São Vicente), Cidade Náutica (São Vicente) Saoke (Bertioga), Triângulo (Bertioga), Caiçara(Praia Grande), Tude Bastos (Praia Grande) , Ribeirópolis (Praia Grande), Jardim Samambaia – (Praia Grande), Vila São Paulo (Mongaguá ) Vila Fátima ( São Vicente) Vila dos Pescadores ( Cubatão) . Regiões, em sua maioria, de extrema vulnerabilidade social.

As principais ocupações são: desempregados, donas de casa, auxiliares de limpeza, pedreiros, pintores, trabalhadores da cultura, empreendedores, autônomos. Há diversidade de perfis geracionais atendendo a faixa de 20 a 70 anos e a média de pessoas por família é 4 pessoas, se estendendo a família com composições menores e pessoas sem vínculo familiar.

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