Estou com sorte 😉

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Quem são as mentoras?

Etinerâncias


O Coletivo Etinerâncias atua a partir da prática diária, no fortalecimento das experiências autônomas de comunidades tradicionais e espaços de resistência pelo Brasil e América Latina. Através da convivência, escuta e apoio à inteligência coletiva, desenvolve metodologias e práticas de defesa dos corpos, memórias e territórios para o fortalecimento do Bem Viver e do Comum. Foram proponentes  do projeto Comadre e Avoz plataformas territorial e digital de automapeio, cartografia feminista, sistematização e intercâmbio de saberes e resistências de mulheres latinas, realizados no LabiCco e Open Labs, na Colombia e México respectivamente. Coordenaram metodologicamente as imersões da Colaboradora Artes e Comunidades do Instituto Procomum e atualmente são mentores da segunda edição do projeto, nesse cenário estão debruçados em ações emergenciais de territórios em situação de vulnerabilidade. Fazem parte do Etinerâncias:

RAISSA CAPASSO é Psicóloga Social Comunitária, Pós Graduada em Medicina Tradicional Chinesa, Atriz, Educadora e Feminista. Também atua com Assessoria Metodológica e práticas de autogestão latinas e mobiliza a construção da política desde a experiência cotidiana das Mulheres.

GABRIEL KIELING é aprendiz itinerante latinoamericano. Arquiteto Urbanista, Artista, Educador, Poeta, Guardião de Sementes Crioulas…Pesquisa e co-cria tecnologias e metodologias sociais, ancestrais e digitais e mobiliza a Red Latinoamericana por los Saberes y las Ciencias Comunitarias.

Fabrício Lopez

Trabalha e vive em Santos e São Paulo. Mestre em poéticas visuais pela ECA – USP sob orientação de Claúdio Mubarac, é membro fundador da Associação Cultural Jatobá – AJA e do Atêlie Espaço Coringa, que entre 1998 e 2009 produziu ações coletivas como: exposições, publicações, videos, aulas, intercâmbios e residências artísticas. Participou de diversas exposições coletivas dentre elas: Gravure Extreme – Europalia, Trilhas do Desejo – Rumos Itaú Cultural, X Bienal de Santos (1° prêmio), Novas Gravuras – Cité Internationale des Arts /Paris –FR, XIII Bienal Internacional de Arte de Vila Nova de Cerveira – Portugal e Arte Contemporânea no Acervo Municipal – Centro Cultural S. Paulo. Participou do Encontro Panamericano de Xilogravura em Trois Riviérès, no Canadá, de residência como artista convidado do Atelier Engramme na cidade do Québec e no CRAC (Centro de Residências para Artistas Contemporaneos) em Valparaíso no Chile como prêmio do Programa Rumos Itaú Cultural. Realizou exposições individuais na Estação Pinacoteca – SP e no Centro Cultural São Paulo , integra os acervos públicos da Pinacoteca Municipal e do Estado de São Paulo, Casa do Olhar – Santo André, Secretaria Municipal de Cultura de Santos e do Ministério das Relações Exteriores com o 1o prêmio para obras em papel do programa de aquisições do Itamaraty e em 2015 ganhou o prêmio residência artística Arthur Luiz Piza.
Em 2007 implantou um ateliê no bairro do Valongo, no centro histórico da cidade de Santos, onde desenvolve trabalhos em grande formato e uma pesquisa de cor e sobreposição pictórica através da xilogravura. Desde 2008, coordena o Ateliê de Artes no Instituto Acaia na Vila Leopoldina em São Paulo.

Luciane Ramos

Artista da dança , antropóloga , curadora independente e mediadora cultural. É doutora em Artes da Cena e mestre em antropologia pela Unicamp. Tem especialização em diáspora africana pelo David C. Driskell Center for the Study of the African Diaspora. Nos últimos dez anos desenvolveu projetos sobre corpo, cultura e colonialidade aprofundando as relações sul-sul entre o Brasil e contextos da África do Oeste. É gestora do Acervo África, espaço de pesquisa sobre cultura material africana e co-dirige a revista O Menelick 2Ato, publicação que aborda as sociedades do ocidente negro. Atuou em diversas universidades, espaços comunitários e zonas de conflito no Brasil, EUA, México e Senegal . Compõe a Anykaya dance Theater , Cia sediada em Boston. Como curadora destaca-se a atuação no FIT – festival Internacional de teatro de BH ( edição 2018)e na Bienal Sesc de dança ( edição 2019 Ações Formativas).

Nina Guzzo

Artista e pesquisadora das artes do corpo, Marina Guzzo tem pós-doutorado pelo Departamento de Artes Cênicas da ECA-USP e Mestrado e Doutorado em Psicologia Social pela PUC-SP. Professora Adjunta da Unifesp no Campus Baixada Santista, pesquisadora do Laboratório Corpo e Arte e coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Dança – N(i)D. Concentra suas criações na interface das linguagens artísticas e a incerteza da vida contemporânea, misturando dança, performance e circo para explorar os limites do corpo e da subjetividade nas cidades e na natureza. Sua pesquisa está estruturada a partir de 3 eixos: 1) a precariedade na arte – que ela possa acontecer em qualquer território, sem nenhuma necessidade técnica ou espacial; 2) acessibilidade estética – arte para todxs os públicos, que possa ser assistida e compartilhada por todxs as idades e classes sociais 3) as questões relacionadas ao Antropoceno e os novos modos de existir que emergem das mudanças climáticas.

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