Estou com sorte 😉

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Levando os recursos para as pontas

Na semana passada escrevemos sobre a importância da política do refinanciamento para o financiamento – estrutural, prático e econômico – do comum, visto que desde a fundação do IP, trabalhamos com a redistribuição de recursos, no formato de bolsas, microbolsas e apoio para ativação de ações.

A gente funciona como um guarda-chuva para ideias para que sonhos possam ser executados e as ideias possam sair do papel. Dá bastante trabalho e para tanto estamos aprimorando ferramentas de gestão e fortalecimento institucional para que isso torne-se uma ferramenta cada vez mais poderosa.

Em 2021, um dos projetos realizados por aqui foi o Territórios Comuns, no qual membros e colaboradores da nossa rede foram convidados para reativar o LAB Procomum como um espaço de convívio e superação das crises. Essa história, você pode conhecer aqui. E também pode visitar o site do projeto clicando no link.

Mas nesse texto queremos apresentar o projeto do ponto de vista de produção executiva, como funciona o refinanciamento na prática. Durante o Territórios Comuns, foram realizados mais de 215 pagamentos entre notas fiscais e recibos. Ou seja, 215 execuções financeiras em único projeto, que durou menos de 03 meses. Isso significa os recursos chegando nas pontas.

Nos alegra entender que conseguimos chegar em um nível de organização que permite apoiar tantas pessoas e sonhos ao mesmo tempo, ligadas por uma rede de colaboração e um ideal comum: o de seguir sonhando o nosso laboratório de inovação cidadã, especialmente em um momento tão desafiador para agentes inovadores e culturais. Tudo isso, com o rigor e atenção necessário para a transparência e prestação de contas.

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