Por Mauro Fecco, coordenador da Rede pelo Clima da Procomum
Para o LAB da Rede pelo Clima de 2025, tudo começou com uma conversa entre mim, Victor Sousa e o secretário adjunto de Meio Ambiente de Santos, Gabriel Miceli, durante o seminário Gov Oceano, do qual participamos em abril de 2025. Nessa conversa falamos sobre inovação cidadã, sobre a Rede pelo Clima e sobre as atividades voltadas aos eventos climáticos que realizamos em anos anteriores, como o LAB Tempestade, o LAB Narrativas Climáticas e a rede Sul&South, além da vontade de colaborar com o PACS (Plano de Ação Climática de Santos).
Durante a conversa, Gabriel demonstrou interesse e abertura para desenvolver o que viria a ser a primeira parceria entre o Instituto Procomum e a Prefeitura de Santos. Agendamos uma reunião para conhecer os técnicos da Sessão do Clima (SECLIMA), vinculada à Secretaria do Meio Ambiente (SEMAM), responsáveis pelo PACS.
No primeiro encontro, estiveram presentes a diretora do SECLIMA, Fernanda Alarcon; a engenheira Greice Pedro; o assistente social Marco Antônio; e a estagiária Isadora Nogueira, além de mim e de Victor Sousa representando o Procomum. A partir daí, iniciamos um trabalho conjunto, com apoio técnico, alinhamento de objetivos e definição de metas. Esse processo colaborativo se estendeu até outubro, com reuniões semanais às quartas-feiras pela manhã.
Definimos que o eixo de curto prazo com entregas previstas para o fim de 2025 — Governança Participativa, presente no PACS — seria o tema a ser trabalhado durante o laboratório, que denominamos Clima LAB.
Na parceria, o Procomum ficou responsável pelo orçamento, metodologias, produção, articulação comunitária e divulgação, enquanto a equipe da SEMAM/SECLIMA contribuiu com acompanhamento, apoio técnico, análises de dados e informações estratégicas disponíveis na secretaria.
Em outubro, realizamos o Clima LAB. Por meio de chamada pública, abrimos inscrições e selecionamos 15 participantes da sociedade civil, entre eles lideranças comunitárias, técnicos especialistas e agentes públicos. Para garantir diversidade de perspectivas, organizamos três grupos, cada um com pelo menos um representante de cada perfil.
Os grupos tiveram quatro semanas para desenvolver suas propostas e prototipá-las (testar). Durante o lançamento final, puderam qualificar e sistematizar os resultados.
Três proposta de ferramentas em governança participativa se formaram:
G1 – Governança:
PLATAFORMA INTERATIVA PELO CLIMA (PIC) + FUNDO DE ADAPTAÇÃO E RESILIÊNCIA CLIMÁTICA. –
G2 – Agenda:
BORDAR E CONVERSAR –
G3 – Soluções:
– ABRIGOS CLIMÁTICOS. –



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